Pastoral

Comemorando o Natal

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Tão grave quando a distorção do Natal, é a proibição da sua celebração.

Na igreja primitiva a festa do ágape, realizada como prelúdio da Ceia do Senhor foi distorcida.

A igreja não deixou de celebrar a Ceia por causa dessa distorção. Ao contrário, aboliu a distorção e continuou com a ceia.

Não podemos jogar a criança fora com a água da bacia.

Não podemos considerar o Natal, o nascimento do Salvador, celebrado com entusiasmo tanto pelos anjos como pelos homens, uma festa pagã.

Pagão são os acréscimos feitos pelos homens, não o Natal de Jesus.

Não celebramos os acréscimos, celebramos Jesus!

Não celebramos o Papai-Noel, celebramos o Filho de Deus.

Não celebramos a árvore enfeitada, celebramos o Verbo que se fez carne.

Não celebramos os banquetes gastronômicos, celebramos o banquete da graça.

Não celebramos a troca de presentes, celebramos Jesus, a dádiva suprema de Deus.

Portanto, como igreja Batista celebramos o natal com a consciência limpa e o coração cheio da graça divina.

Que neste natal nossas convicções se renovem naquele que é o centro de todas as coisas.

 

Porque Dele e por Ele são todas as coisas. A Ele a glória hoje e sempre!

  

 

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